quarta-feira, 9 de maio de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Pergunta central
https://docs.google.com/open?id=0Bx9nWGCRLib5LWI2cFpFcHFablE
quarta-feira, 28 de março de 2012
Indicação de livro - "Por uma pedagogia da pergunta"

Certezas iniciais
É difícil falar de certezas quando se discute Filosofia, especialmente quando se trata da natureza humana. A questão "por que pergunto?" remete, inevitavelmente, à origem da Filosofia e aos primórdios da humanidade. Se analisarmos a aurora da humanidade, nos tempos mais primitivos, poderemos peceber uma característica que acompanha o homem desde suas origens: a curiosidade. A curiosidade nada mais é do que perguntar-se sobre os fenômenos, desde os mais efêmeros aos mais complexos, porém, sem ter propriamente a estrutura de uma pergunta.
Portanto, uma das minhas certezas iniciais é a de que o perguntar-se é natural de todo o ser humano. Mesmo em crianças que ainda estejam aprendendo a falar e em pessoas com limitações cognitivas podemos perceber a curiosidade como uma característica essencial. A outra certeza é a de que as perguntas nunca se esgotam. Quanto mais nos perguntamos e solucionamos problemas, mais vemos que há muito que ainda não conhecemos. Isto faz com que surjam mais perguntas, tornando este processo circular e contínuo. Também é possível afirmar que o ser humano evolui conforme questiona-se sobre as coisas ao seu redor e sobre si mesmo. Por mais que os outros animais também apresentem a curiosidade como característica, o homem é o único que possui o questionar-se como uma nessecidade ontológica.





